terça-feira, 27 de março de 2012

Tempos Modernos - Charlie Chaplin

Filme criado em 1936 por Charlie Chaplin, que retrata o alienalismo do trabalho nas empresas da época.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Iha das Flores

No dia 15 de Fevereiro, minha professora de Movimentos Sociais Trabalho e Educação, explicando sobre nossas origens, nossas evoluções e o início que o homem começou a diferenciar dos animais a partir do momento que começou a produzir, relatou sobre um documentário chamado Ilha das flores.
Hoje, pude vê-lo no Youtube e fiquei impressionada com a sinceridade dos relatos que em apenas 13 minutos pode transmitir uma profusão de imagens que a princípio chega a ser enlouquecedor, porém não permite sequer uma piscadela em falso.
Ilha das flores não é um filme de ficção como já diz no início, mas representa na maioria do tempo uma ação verídica de que fazemos parte.
Veja e deixe seu comentário:


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Origem dos contos de fadas


   “A fábula é uma narrativa figurada, na qual as personagens são geralmente animais que possuem características humanas. Pode ser escrita em prosa ou em verso e é sustentada sempre por uma lição de moral, constatada na conclusão da história.”
                                  Sabrina Vilarinho. Fábulas. Disponível em: <http://mundoeducacao.uol.com.br/redacao/fabula.htm>
. Acesso em: Agosto de 2011

            Os contos populares ou fábulas são de origem imemorial, pois fazem parte de uma cultura que é transmitida há séculos de forma oral e escrita.
      São histórias curtas e bem simples, direcionadas às crianças fornecendo uma estrutura parecida com a vida real, pois lida com aspectos sociais e comportamentais do ser humano.
     “Os contos de fadas orientam a criança no sentido de descobrir a sua identidade e vocação e sugerem também quais as experiências necessárias para melhor desenvolver seu carácter.”
                                                                  Bruno Bettelheim, Psicanálise dos Contos de Fadas, p. 34
      Uma das características marcantes desse tipo de história é a forma como inicia e encerra: “Era uma vez...” e “... viveram felizes para sempre”.
      Em muitos contos suas histórias baseiam-se em conflitos heróicos, com príncipes, fadas, bruxas, duendes, aumentando a criatividade e a imaginação de cada criança ao ler ou ouvir um conto.
     Por terem sidos repassados oralmente por tanto tempo, é natural que existam diversas versões e detalhes que se tornaram diferentes dos contos que a gente conhece ou que nossa avó conheceu.


FREITAS, Teresa. História e filosofia da educação: Contos infantis. Formas de educação mitigada. Disponível em: <http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/cinema/dossier/cinderela/
índex.htm> Acesso em: Agosto de 2011.

O desenho é linguagem


  Desde o nascimento, a criança passa por constantes processos de desenvolvimento e modificações. Dentre estes processos, podemos citar que ela adquire a habilidade de expressar suas vontades e seus sentimentos. O primeiro registro gravado no papel pela criança é o desenho, pois através dele, ela demonstra sentimentos básicos como: carinho, afeto, medo, revolta e etc.
  O ato de desenhar deve ser considerado como um fator essencial ao processo de desenvolvimento da linguagem, uma espécie de documento que registra a evolução da criança. Esta ao desenhar, sugerindo, através da utilização das cores, formas, tamanhos, símbolos entre outros.
  É importante ressaltar, que o professor deve oferecer ao seu aluno maior diversificação possível de materiais, fornecerem suportes, técnicas e desafios que venham favorecer ao crescimento de seu aluno, além de ter consciência de que um ambiente estimulante depende desses fatores colocados, permitindo a exploração de novos conhecimentos. Partindo do pressuposto de que não são oferecidos tais suportes, a tendência é que o aluno bloqueie sua criatividade, visto que não lhes foram oferecidas tais condições.
  A importância de valorizar o desenho desde o inicio da vida da criança se dá pelo fato da necessidade que o universo infantil tem em ser estimulado, desafiado, confrontado de forma que venha enriquecer as próprias experiências da criança.
  Valorizando a arte, ou seja, o desenho na escola, o professor estará levando o aluno a se interessar pelas produções que são realizadas por ele mesmo e por seus colegas e por diversas obras consideradas artísticas a nível regional, nacional e internacional.
  Enquanto mediador do conhecimento, o professor é essencial para incentivar o aluno pelo caminho da arte ou por outra área do conhecimento, oferecendo os melhores suportes, de forma que venha a ajudar no crescimento e formação do mesmo.


MOREIRA, Ana Angélica Albano. O espaço do desenho: a educação do educador. 2 ed. São Paulo: Loyola, 128 p.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

2º ano do curso - 2º ano de Blog

No atual ano de 2012, precipitando às volta as aulas, já estou postando algumas coisas...


A necessidade da arte


                                                                                                                                                                        Iman Maleki
    Milhões de pessoas lêem livros, ouvem música, vão ao teatro e ao cinema. Por quê? Dizer que procuram distração, divertimento, a relaxação, é não resolver o problema. Por que distrai, diverte e relaxa o mergulhar nos problemas e na vida dos outros, o identificar-se com uma pintura ou música, o identificar-se com tipos de um romance, de uma peça ou filme? Por que reagimos em face dessas "irrealidades" como se elas fossem a realidade intensificada? Que estranho misterioso divertimento é esse? E se alguém nos responde que almejamos escapar de uma existência insatisfatória para uma existência mais rica através de uma experiência sem riscos, então uma nova pergunta se apresenta: por que nossa própria existência não nos basta? Por que esse desejo de completar nossa vida incompleta através de outras figuras e de outras formas? Por que, da penumbra do auditório, fixamos nosso olhar admirado em um palco iluminado, onde acontece algo que é fictício e que tão completamente absorve nossa atenção?
    É claro que o homem quer ser mais do que ele mesmo. Quer ser um homem total. Não lhe basta ser um indivíduo separado; além da parcialidade da sua vida individual, anseia uma "plenitude" que sente e tenta alcançar, uma plenitude de vida que lhe é fraudada pela individualidade e todas as suas limitações; uma plenitude na direção da qual se orienta quando busca um mundo mais compreensível e mais justo, um mundo que tenha significação.
Ficher (1976,p.18)

Conhecimento teológico


    O conhecimento leva o homem a apropriar-se da realidade e também a penetrar nela, com isso nos tornamos mais aptos para a ação consciente, fazendo com que o humano seja um ser diverso dos demais.
    A realidade é constituída de níveis e estruturas, ou seja, ela é complexa, onde o homem para apropriar-se dela deve aceitar os diferentes tipos de conhecimento, de um mesmo objeto podemos obter conhecimento da realidade em diversos níveis distintos, como por exemplo, estudar o homem e suas relações no sentido de experiência, investigando assim seus atos a partir de suas vivências, ou podemos estudar o homem em suas relações a partir da fé, investigando a realidade a partir de Deus, do divino.
    No sentido teológico, não se utiliza a razão para obter o verdadeiro saber, é abusado da religiosidade para chegar a uma finalidade real. O conhecimento teológico é adquirido a partir da aceitação de axiomas¹ da fé teológica, utilizando de indivíduos inspirados para apresentar respostas aos mistérios que existem na mente humana.
    Segundo Oliveira (2002), a religião sempre existiu, onde religiosidade apresenta fundamentos baseados em rituais e dogmas, não são comprovados, são somente aceitos pela fé divina, pois é ela que é o guia das verdades.
    Para a teologia, não há necessidade de verificar o conhecimento, seja ele certo ou errado, pois tudo é baseado na religião e logo é incontestável.
    O teólogo tem por finalidade provar a existência de Deus e mediante a inspiração divina, provar que os textos bíblicos foram escritos a partir das influências religiosas, não tem obrigação nenhuma em explicar os fenômenos extrafísicos ou sobrenaturais, não apresenta competência para dar essa explicação, mesmo possuindo recursos técnicos para esclarecer. O teólogo pode ser mulçumano, cristão, hinduísta, ateu, mas não está em sua essência servir um grupo sozinho, pois deve estar em sintonia com o pensamento universal.
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¹AXIOMAS; axioma ou postulado é uma sentença ou proposição que não é provada ou demonstrada e é considerada como óbvia ou como um consenso inicial necessário para a construção ou aceitação de uma teoria.
    Por essa razão, é aceito como verdade e serve como ponto inicial para dedução e inferências de outras verdades (dependentes de teoria).
    A teologia tem relação direta com a preocupação com os efeitos mais do que com a essência, do ponto de vista científico, logo a teologia é uma ciência que investiga e só é considerada concluída no ponto de vista das escrituras sagradas, onde afirmam a sua essência baseadas nas palavras de Deus.
    O conhecimento teológico apresenta algumas etapas, por exemplo, o Fetichismo, onde o homem utiliza de objetos para conseguir seus objetivos desejados, acreditam que com eles os realizará, como por exemplo, a adoração por amuletos, como vacas, sol, lua e entre outros para representar o bem e o mal. O Politeísmo é outra de várias fases do conhecimento teológico, os homens acreditam que as forças materiais são transportadas em vários Deuses, dando á eles funções, um exemplo claro está na Deusa da caça, a Diana e no Deus do mar, o Netuno e assim por diante, outra fase desse conhecimento está o monoteísmo, a causa de tudo é atribuída a um único Deus, como por exemplo, na religião judaico-cristã, o Deus é o único criador de todas as coisas, onde toda responsabilidade fica nas mãos dele.
    O teológico é um tipo de conhecimento que é infalível e exato, não são submetidos a testes de observação e nem experimentação, logo tudo é indiscutível, é o conhecimento revelado, não há objeto, método, nem hipótese.
    "A teologia é essencialmente a fé que procura compreender-se a si mesma e fazer-se compreender pelos outros" (BattistaMondin, 1977, p.8 ), logo literalmente, a teologia está diretamente ligada á fé, e é a partir dela que a teologia se estrutura, sendo assim um legado comunitário, onde a fé compreende ela mesma e faz com que os outros a compreendam.
Portanto, o conhecimento teológico é absoluto, não inclui inteligência e sim divindade, não importando as respostas, mesmo sendo certas ou erradas.
REFERÊNCIAS
BELLO, José Luiz de Paiva. Tipos de conhecimento. Disponível em: . Acesso em: maio de 2011.
BRAGA, Wladimir Flávio Luiz. O conhecimento. Disponível em: . Acesso em: maio 2011.
GLENEY; FLÁVIO. Visão de mundo. Disponível em: . Acesso em: maio 2011.
SILVEIRA, José de Deus Luongada. Domínio do conhecimento teológico. Disponível em: . Acesso em: maio 2011.
SOUZA, Roberta Laisa Dantas de. Tipos de conhecimento. 2009. Disponível em: < www.infoescola.com/filosofia/tipos-de-conhecimento/>. Acesso em: maio 2011.