Olá... Meu nome é Marcela, estou no segundo ano do curso de Pedagogia, na Universidade de Uberaba - UNIUBE. Este blog foi criado a príncipio, como o intuito de apenas realizar às exigências dos Estudos Complementares, agora depois de um semestre atualizando estudos, trabalhos e curiosidades, resolvi mudar a cara ( e o nome) do antigo "Estudos Pedagogia" para "Tudo Pedagogia". E vamos lá!
terça-feira, 27 de março de 2012
Tempos Modernos - Charlie Chaplin
Filme criado em 1936 por Charlie Chaplin, que retrata o alienalismo do trabalho nas empresas da época.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Iha das Flores
No dia 15 de Fevereiro, minha professora de Movimentos Sociais Trabalho e Educação, explicando sobre nossas origens, nossas evoluções e o início que o homem começou a diferenciar dos animais a partir do momento que começou a produzir, relatou sobre um documentário chamado Ilha das flores.
Hoje, pude vê-lo no Youtube e fiquei impressionada com a sinceridade dos relatos que em apenas 13 minutos pode transmitir uma profusão de imagens que a princípio chega a ser enlouquecedor, porém não permite sequer uma piscadela em falso.
Ilha das flores não é um filme de ficção como já diz no início, mas representa na maioria do tempo uma ação verídica de que fazemos parte.
Veja e deixe seu comentário:
Hoje, pude vê-lo no Youtube e fiquei impressionada com a sinceridade dos relatos que em apenas 13 minutos pode transmitir uma profusão de imagens que a princípio chega a ser enlouquecedor, porém não permite sequer uma piscadela em falso.
Ilha das flores não é um filme de ficção como já diz no início, mas representa na maioria do tempo uma ação verídica de que fazemos parte.
Veja e deixe seu comentário:
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Origem dos contos de fadas
“A fábula é uma narrativa figurada, na
qual as personagens são geralmente animais que possuem características humanas.
Pode ser escrita em prosa ou em verso e é sustentada sempre por uma lição de
moral, constatada na conclusão da história.”
Sabrina Vilarinho. Fábulas.
Disponível em: <http://mundoeducacao.uol.com.br/redacao/fabula.htm>
. Acesso em: Agosto de 2011
São histórias curtas e bem simples,
direcionadas às crianças fornecendo uma estrutura parecida com a vida real,
pois lida com aspectos sociais e comportamentais do ser humano.
“Os contos de fadas
orientam a criança no sentido de descobrir a sua identidade e vocação e sugerem
também quais as experiências necessárias para melhor desenvolver seu carácter.”
Bruno
Bettelheim, Psicanálise dos Contos de Fadas, p. 34
Uma das características marcantes
desse tipo de história é a forma como inicia e encerra: “Era uma vez...” e “...
viveram felizes para sempre”.
Em muitos contos suas histórias baseiam-se
em conflitos heróicos, com príncipes, fadas, bruxas, duendes, aumentando a
criatividade e a imaginação de cada criança ao ler ou ouvir um conto.
Por terem sidos repassados oralmente
por tanto tempo, é natural que existam diversas versões e detalhes que se
tornaram diferentes dos contos que a gente conhece ou que nossa avó conheceu.
FREITAS, Teresa. História e filosofia da educação: Contos infantis. Formas de
educação mitigada. Disponível em: <http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/cinema/dossier/cinderela/
índex.htm> Acesso em: Agosto de 2011.
O desenho é linguagem
Desde o nascimento, a criança passa por constantes
processos de desenvolvimento e modificações. Dentre estes processos, podemos
citar que ela adquire a habilidade de expressar suas vontades e seus
sentimentos. O primeiro registro gravado no papel pela criança é o desenho,
pois através dele, ela demonstra sentimentos básicos como: carinho, afeto,
medo, revolta e etc.
O ato de desenhar deve ser considerado como um fator
essencial ao processo de desenvolvimento da linguagem, uma espécie de documento
que registra a evolução da criança. Esta ao desenhar, sugerindo, através da
utilização das cores, formas, tamanhos, símbolos entre outros.
É importante ressaltar, que o professor deve oferecer ao
seu aluno maior diversificação possível de materiais, fornecerem suportes,
técnicas e desafios que venham favorecer ao crescimento de seu aluno, além de
ter consciência de que um ambiente estimulante depende desses fatores
colocados, permitindo a exploração de novos conhecimentos. Partindo do
pressuposto de que não são oferecidos tais suportes, a tendência é que o aluno
bloqueie sua criatividade, visto que não lhes foram oferecidas tais condições.
A importância de valorizar o desenho desde o inicio da
vida da criança se dá pelo fato da necessidade que o universo infantil tem em
ser estimulado, desafiado, confrontado de forma que venha enriquecer as
próprias experiências da criança.
Valorizando a arte, ou seja, o desenho na escola, o
professor estará levando o aluno a se interessar pelas produções que são
realizadas por ele mesmo e por seus colegas e por diversas obras consideradas
artísticas a nível regional, nacional e internacional.
Enquanto mediador do conhecimento, o professor é
essencial para incentivar o aluno pelo caminho da arte ou por outra área do
conhecimento, oferecendo os melhores suportes, de forma que venha a ajudar no
crescimento e formação do mesmo.
MOREIRA, Ana Angélica Albano. O espaço do desenho: a
educação do educador. 2 ed. São Paulo: Loyola, 128 p.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
A necessidade da arte
Iman Maleki
Milhões de pessoas lêem livros, ouvem música, vão ao teatro e ao cinema. Por quê? Dizer que procuram distração, divertimento, a relaxação, é não resolver o problema. Por que distrai, diverte e relaxa o mergulhar nos problemas e na vida dos outros, o identificar-se com uma pintura ou música, o identificar-se com tipos de um romance, de uma peça ou filme? Por que reagimos em face dessas "irrealidades" como se elas fossem a realidade intensificada? Que estranho misterioso divertimento é esse? E se alguém nos responde que almejamos escapar de uma existência insatisfatória para uma existência mais rica através de uma experiência sem riscos, então uma nova pergunta se apresenta: por que nossa própria existência não nos basta? Por que esse desejo de completar nossa vida incompleta através de outras figuras e de outras formas? Por que, da penumbra do auditório, fixamos nosso olhar admirado em um palco iluminado, onde acontece algo que é fictício e que tão completamente absorve nossa atenção?
É claro que o homem quer ser mais do que ele mesmo. Quer ser um homem total. Não lhe basta ser um indivíduo separado; além da parcialidade da sua vida individual, anseia uma "plenitude" que sente e tenta alcançar, uma plenitude de vida que lhe é fraudada pela individualidade e todas as suas limitações; uma plenitude na direção da qual se orienta quando busca um mundo mais compreensível e mais justo, um mundo que tenha significação.
Ficher (1976,p.18)
É claro que o homem quer ser mais do que ele mesmo. Quer ser um homem total. Não lhe basta ser um indivíduo separado; além da parcialidade da sua vida individual, anseia uma "plenitude" que sente e tenta alcançar, uma plenitude de vida que lhe é fraudada pela individualidade e todas as suas limitações; uma plenitude na direção da qual se orienta quando busca um mundo mais compreensível e mais justo, um mundo que tenha significação.
Ficher (1976,p.18)
Conhecimento teológico
O conhecimento leva o homem a apropriar-se da realidade e também a penetrar nela, com isso nos tornamos mais aptos para a ação consciente, fazendo com que o humano seja um ser diverso dos demais.
A realidade é constituída de níveis e estruturas, ou seja, ela é complexa, onde o homem para apropriar-se dela deve aceitar os diferentes tipos de conhecimento, de um mesmo objeto podemos obter conhecimento da realidade em diversos níveis distintos, como por exemplo, estudar o homem e suas relações no sentido de experiência, investigando assim seus atos a partir de suas vivências, ou podemos estudar o homem em suas relações a partir da fé, investigando a realidade a partir de Deus, do divino.
No sentido teológico, não se utiliza a razão para obter o verdadeiro saber, é abusado da religiosidade para chegar a uma finalidade real. O conhecimento teológico é adquirido a partir da aceitação de axiomas¹ da fé teológica, utilizando de indivíduos inspirados para apresentar respostas aos mistérios que existem na mente humana.
Segundo Oliveira (2002), a religião sempre existiu, onde religiosidade apresenta fundamentos baseados em rituais e dogmas, não são comprovados, são somente aceitos pela fé divina, pois é ela que é o guia das verdades.
Para a teologia, não há necessidade de verificar o conhecimento, seja ele certo ou errado, pois tudo é baseado na religião e logo é incontestável.
O teólogo tem por finalidade provar a existência de Deus e mediante a inspiração divina, provar que os textos bíblicos foram escritos a partir das influências religiosas, não tem obrigação nenhuma em explicar os fenômenos extrafísicos ou sobrenaturais, não apresenta competência para dar essa explicação, mesmo possuindo recursos técnicos para esclarecer. O teólogo pode ser mulçumano, cristão, hinduísta, ateu, mas não está em sua essência servir um grupo sozinho, pois deve estar em sintonia com o pensamento universal.
_____________________
¹AXIOMAS; axioma ou postulado é uma sentença ou proposição que não é provada ou demonstrada e é considerada como óbvia ou como um consenso inicial necessário para a construção ou aceitação de uma teoria.
A realidade é constituída de níveis e estruturas, ou seja, ela é complexa, onde o homem para apropriar-se dela deve aceitar os diferentes tipos de conhecimento, de um mesmo objeto podemos obter conhecimento da realidade em diversos níveis distintos, como por exemplo, estudar o homem e suas relações no sentido de experiência, investigando assim seus atos a partir de suas vivências, ou podemos estudar o homem em suas relações a partir da fé, investigando a realidade a partir de Deus, do divino.
No sentido teológico, não se utiliza a razão para obter o verdadeiro saber, é abusado da religiosidade para chegar a uma finalidade real. O conhecimento teológico é adquirido a partir da aceitação de axiomas¹ da fé teológica, utilizando de indivíduos inspirados para apresentar respostas aos mistérios que existem na mente humana.
Segundo Oliveira (2002), a religião sempre existiu, onde religiosidade apresenta fundamentos baseados em rituais e dogmas, não são comprovados, são somente aceitos pela fé divina, pois é ela que é o guia das verdades.
Para a teologia, não há necessidade de verificar o conhecimento, seja ele certo ou errado, pois tudo é baseado na religião e logo é incontestável.
O teólogo tem por finalidade provar a existência de Deus e mediante a inspiração divina, provar que os textos bíblicos foram escritos a partir das influências religiosas, não tem obrigação nenhuma em explicar os fenômenos extrafísicos ou sobrenaturais, não apresenta competência para dar essa explicação, mesmo possuindo recursos técnicos para esclarecer. O teólogo pode ser mulçumano, cristão, hinduísta, ateu, mas não está em sua essência servir um grupo sozinho, pois deve estar em sintonia com o pensamento universal.
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¹AXIOMAS; axioma ou postulado é uma sentença ou proposição que não é provada ou demonstrada e é considerada como óbvia ou como um consenso inicial necessário para a construção ou aceitação de uma teoria.
Por essa razão, é aceito como verdade e serve como ponto inicial para dedução e inferências de outras verdades (dependentes de teoria).
A teologia tem relação direta com a preocupação com os efeitos mais do que com a essência, do ponto de vista científico, logo a teologia é uma ciência que investiga e só é considerada concluída no ponto de vista das escrituras sagradas, onde afirmam a sua essência baseadas nas palavras de Deus.
O conhecimento teológico apresenta algumas etapas, por exemplo, o Fetichismo, onde o homem utiliza de objetos para conseguir seus objetivos desejados, acreditam que com eles os realizará, como por exemplo, a adoração por amuletos, como vacas, sol, lua e entre outros para representar o bem e o mal. O Politeísmo é outra de várias fases do conhecimento teológico, os homens acreditam que as forças materiais são transportadas em vários Deuses, dando á eles funções, um exemplo claro está na Deusa da caça, a Diana e no Deus do mar, o Netuno e assim por diante, outra fase desse conhecimento está o monoteísmo, a causa de tudo é atribuída a um único Deus, como por exemplo, na religião judaico-cristã, o Deus é o único criador de todas as coisas, onde toda responsabilidade fica nas mãos dele.
O teológico é um tipo de conhecimento que é infalível e exato, não são submetidos a testes de observação e nem experimentação, logo tudo é indiscutível, é o conhecimento revelado, não há objeto, método, nem hipótese.
"A teologia é essencialmente a fé que procura compreender-se a si mesma e fazer-se compreender pelos outros" (BattistaMondin, 1977, p.8 ), logo literalmente, a teologia está diretamente ligada á fé, e é a partir dela que a teologia se estrutura, sendo assim um legado comunitário, onde a fé compreende ela mesma e faz com que os outros a compreendam.
Portanto, o conhecimento teológico é absoluto, não inclui inteligência e sim divindade, não importando as respostas, mesmo sendo certas ou erradas.
A teologia tem relação direta com a preocupação com os efeitos mais do que com a essência, do ponto de vista científico, logo a teologia é uma ciência que investiga e só é considerada concluída no ponto de vista das escrituras sagradas, onde afirmam a sua essência baseadas nas palavras de Deus.
O conhecimento teológico apresenta algumas etapas, por exemplo, o Fetichismo, onde o homem utiliza de objetos para conseguir seus objetivos desejados, acreditam que com eles os realizará, como por exemplo, a adoração por amuletos, como vacas, sol, lua e entre outros para representar o bem e o mal. O Politeísmo é outra de várias fases do conhecimento teológico, os homens acreditam que as forças materiais são transportadas em vários Deuses, dando á eles funções, um exemplo claro está na Deusa da caça, a Diana e no Deus do mar, o Netuno e assim por diante, outra fase desse conhecimento está o monoteísmo, a causa de tudo é atribuída a um único Deus, como por exemplo, na religião judaico-cristã, o Deus é o único criador de todas as coisas, onde toda responsabilidade fica nas mãos dele.
O teológico é um tipo de conhecimento que é infalível e exato, não são submetidos a testes de observação e nem experimentação, logo tudo é indiscutível, é o conhecimento revelado, não há objeto, método, nem hipótese.
"A teologia é essencialmente a fé que procura compreender-se a si mesma e fazer-se compreender pelos outros" (BattistaMondin, 1977, p.8 ), logo literalmente, a teologia está diretamente ligada á fé, e é a partir dela que a teologia se estrutura, sendo assim um legado comunitário, onde a fé compreende ela mesma e faz com que os outros a compreendam.
Portanto, o conhecimento teológico é absoluto, não inclui inteligência e sim divindade, não importando as respostas, mesmo sendo certas ou erradas.
REFERÊNCIAS
BELLO, José Luiz de Paiva. Tipos de conhecimento. Disponível em: . Acesso em: maio de 2011.
BRAGA, Wladimir Flávio Luiz. O conhecimento. Disponível em: . Acesso em: maio 2011.
GLENEY; FLÁVIO. Visão de mundo. Disponível em: . Acesso em: maio 2011.
SILVEIRA, José de Deus Luongada. Domínio do conhecimento teológico. Disponível em: . Acesso em: maio 2011.
SOUZA, Roberta Laisa Dantas de. Tipos de conhecimento. 2009. Disponível em: < www.infoescola.com/filosofia/tipos-de-conhecimento/>. Acesso em: maio 2011.
SILVEIRA, José de Deus Luongada. Domínio do conhecimento teológico. Disponível em: . Acesso em: maio 2011.
SOUZA, Roberta Laisa Dantas de. Tipos de conhecimento. 2009. Disponível em: < www.infoescola.com/filosofia/tipos-de-conhecimento/>. Acesso em: maio 2011.
Estrutura organizacional
Diretoria que tem como atribuição projetar, planejar, prover meios e recursos, prever tempos e avaliar. Mas acima de tudo formar e liderar equipes, sensibilizar pessoas e mobilizá-las para objetivos comuns.
Supervisora que elabora um plano de ação pedagógica e trabalha de forma integrada com a Orientadora Educacional. Avalia periodicamente o trabalho pedagógico.
Orientadora esta que acompanha os alunos no seu desempenho escolar, atendendo-os em grupo ou individualmente em casa de dificuldades na aprendizagem ou relacionamento, buscando uma ênfase preventiva na sua ação. Atende e solicita a presença dos pais sempre que necessária. Discute com os professores, questões relativas ao desenvolvimento e aprendizagem dos alunos.
Coordenadora pedagógica, procura assessorar e avaliar as atividades aplicadas pelos professores. Também tem como atribuição o relacionamento com pais, principalmente no que se refere ao processo curricular.
Secretária, organiza toda a documentação escolar, dos discentes, docentes e demais funcionários.
Professores que considerando o corpo docente da escola se preocupam com o processo ensino-aprendizagem. Salientando que este corpo docente segue uma linha homogenia onde procuram serem agentes de mudanças, todos envolvidos com uma prática pedagógica comprometida com os avanços do conhecimento das ciências, das técnicas de educação numa visão global e acima de tudo na formação da personalidade de cada discente.
Serventes que cuidam da manutenção, conservação e limpeza do prédio escolar.
Educação
Refletindo sobre a educação atual é necessária a compreensão de nossas reflexões, como os valores, os seres, os homens e a natureza, ou seja, tudo que expressa uma visão de mundo de uma determinada época.
As mulheres antigamente exerciam um papel de administradoras do lar, atualmente elas têm que dividir seu tempo em trabalho fora de casa e o dentro de casa, não tendo mais tempo para aqueles minuciosos cuidados seja desde um mero pano de chão até o cuidado de suas próprias roupas.
Na pratica pedagógica os educadores não devem dar relevância somente aos conhecimentos, mas sim também na relevância do dialogo nas realizações de algo e na relação do professor e aluno.
O trabalho pedagógico exige um professor mediador entre estudante e pensamento, uma vez que o conhecimento não seja apresentado de forma pronto e sem formas de questionamentos muito criticadas e denominadas de paradigma tradicional.
Uma escola que se contenta somente transmitindo informações e conhecimentos sem se preocupar com as explicações de vivência, tornará apenas um equipamento cada vez mais lento com relação à internet, televisão e outras mídias.
As mulheres antigamente exerciam um papel de administradoras do lar, atualmente elas têm que dividir seu tempo em trabalho fora de casa e o dentro de casa, não tendo mais tempo para aqueles minuciosos cuidados seja desde um mero pano de chão até o cuidado de suas próprias roupas.
Na pratica pedagógica os educadores não devem dar relevância somente aos conhecimentos, mas sim também na relevância do dialogo nas realizações de algo e na relação do professor e aluno.
O trabalho pedagógico exige um professor mediador entre estudante e pensamento, uma vez que o conhecimento não seja apresentado de forma pronto e sem formas de questionamentos muito criticadas e denominadas de paradigma tradicional.
Uma escola que se contenta somente transmitindo informações e conhecimentos sem se preocupar com as explicações de vivência, tornará apenas um equipamento cada vez mais lento com relação à internet, televisão e outras mídias.
PARONETO, Glaura Morais; VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira. Visão do mundo, paradigmas educacionais e concepções de educação. In: _____. Educação e sociedade. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010.
Vida Maria
Esse vídeo conta a história de um personagem que se chama Maria José, que tem seus sonhos interrompidos desde que era pequena por sua mãe. Abrindo mão de seus estudos para ajudar em casa nos afazeres domésticos. Quando já grande conhece Antonio com que se casa e tem vários filhos, um deles é Maria de Lourdes que da continuidade ao ciclo de alfabetização que é também interrompidos por Maria José que desta vez faz o mesmo papel de sua mãe!! Assisti ao filme na aula de Relação, Escola e Sociedade do meu curso de Pedagogia, onde a professora tinha a intenção de demonstrar a realidade das família analfabetas.
Abordagens do processo de ensino e aprendizagem
Nas abordagens de ensino e do processo educativo podemos destacar as concepções de ensino como: a abordagem tradicional, a abordagem comportamentalista, a abordagem humanista, a abordagem cognitivista e a abordagem sociocultural.
A abordagem tradicional tem como ponto fundamental a forma como foi transmitida, ou seja, o professor leva em prática certo conteúdo pronto, que o aluno passa a escutá-lo. Levando em consideração que a metodologia dessa abordagem baseia-se em uma aula expositiva, do modo tradicional de hoje em dia, tomada quase como um auditório.
A abordagem comportamentalista consiste na abordagem de se constatar se o aluno aprendeu e atingiu os objetivos propostos quando o programa foi conduzido até o final de forma adequada.
A abordagem humanista tem como finalidade a criação de condições que facilitem a aprendizagem do aluno, e como objetivo básico liberar a sua capacidade de autoaprendizagem de forma que seja possível seu desenvolvimento tanto intelectual quanto emocional.
A abordagem cognitivista é um ensino que procura desenvolver a inteligência priorizando as atividades e inserindo numa situação social. O professor tem a função de provocar desequilíbrios, propondo desafios onde o aluno possa estabelecer-se intelectualmente e moralmente.
A abordagem sociocultural tem como objetivo inicial de toda a educação provocar e criar condições desenvolvendo uma reflexão crítica, utilizando situações vivenciais do grupo em forma de debate.
A abordagem tradicional tem como ponto fundamental a forma como foi transmitida, ou seja, o professor leva em prática certo conteúdo pronto, que o aluno passa a escutá-lo. Levando em consideração que a metodologia dessa abordagem baseia-se em uma aula expositiva, do modo tradicional de hoje em dia, tomada quase como um auditório.
A abordagem comportamentalista consiste na abordagem de se constatar se o aluno aprendeu e atingiu os objetivos propostos quando o programa foi conduzido até o final de forma adequada.
A abordagem humanista tem como finalidade a criação de condições que facilitem a aprendizagem do aluno, e como objetivo básico liberar a sua capacidade de autoaprendizagem de forma que seja possível seu desenvolvimento tanto intelectual quanto emocional.
A abordagem cognitivista é um ensino que procura desenvolver a inteligência priorizando as atividades e inserindo numa situação social. O professor tem a função de provocar desequilíbrios, propondo desafios onde o aluno possa estabelecer-se intelectualmente e moralmente.
A abordagem sociocultural tem como objetivo inicial de toda a educação provocar e criar condições desenvolvendo uma reflexão crítica, utilizando situações vivenciais do grupo em forma de debate.
Referência
PARONETO, Glaura Morais; VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira. Visão do mundo, paradigmas educacionais e concepções de educação. In: _____. Educação e sociedade. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. cap. 2, p. 37 - 78
Visão do mundo: história cultural da humanidade
As sociedades orientais contribuíram para o aparecimento da Educação, que dá seus primeiros passos muito antes de Cristo. O conhecimento era bastante restrito, com aquilo que aprendiam, embasavam suas falas em público, sempre que tinham de intervir nos conselhos do poder, e seus discursos eram feitos para enganar a multidão, suprimindo suas reclamações. Quanto aos mais pobres, tudo o que aprendiam limitava-se ao exercício de seu trabalho.
Para Paroneto e Vieira (2010, p.37) os indivíduos das comunidades primitivas
[...] estão ligados por laços culturais e de parentesco; a família é a base da organização social; todos adoram os mesmos deuses, respeitam os mesmos valores e possuem um passado comum. Dito de outra forma, todos os indivíduos compartilham a mesma visão de mundo e os mesmos valores. [...] a educação é exclusivamente informal. Não existiam escolas ou qualquer outra instituição de ensino [...]
Conclui que se fossemos olhar nesse tempo, o jeito da criação, os costumes estavam corretos. Agora se analisarmos com os tempos de hoje, os pais dessas crianças poderiam sofrer a penas, pois toda criança deve ir à escola e como cidadão, ter livre modo de pensar, analisar e acreditar naquilo que lhe convém.
No contexto brasileiro quando um aluno percebe a escola como um espaço de descobertas e crescimento, potencializa a comunicação interativa, troca experiências voltando para a formação docente.
Segundo Piaget (2010, p. 67) a escola deveria começar ensinando a criança a observar, possibilitando o desenvolvimento de duas habilidades motora, verbal e mental, intervindo assim no processo sócio-cultural e inovar a sociedade.
Assim, a escola deve partir dos esquemas de assimilação da criança, propondo atividades desafiadoras que provoquem desequilíbrios e reequilibrações sucessivas, promovendo a descoberta e a construção do conhecimento.
Para Paroneto e Vieira (2010, p.37) os indivíduos das comunidades primitivas
[...] estão ligados por laços culturais e de parentesco; a família é a base da organização social; todos adoram os mesmos deuses, respeitam os mesmos valores e possuem um passado comum. Dito de outra forma, todos os indivíduos compartilham a mesma visão de mundo e os mesmos valores. [...] a educação é exclusivamente informal. Não existiam escolas ou qualquer outra instituição de ensino [...]
Conclui que se fossemos olhar nesse tempo, o jeito da criação, os costumes estavam corretos. Agora se analisarmos com os tempos de hoje, os pais dessas crianças poderiam sofrer a penas, pois toda criança deve ir à escola e como cidadão, ter livre modo de pensar, analisar e acreditar naquilo que lhe convém.
No contexto brasileiro quando um aluno percebe a escola como um espaço de descobertas e crescimento, potencializa a comunicação interativa, troca experiências voltando para a formação docente.
Segundo Piaget (2010, p. 67) a escola deveria começar ensinando a criança a observar, possibilitando o desenvolvimento de duas habilidades motora, verbal e mental, intervindo assim no processo sócio-cultural e inovar a sociedade.
Assim, a escola deve partir dos esquemas de assimilação da criança, propondo atividades desafiadoras que provoquem desequilíbrios e reequilibrações sucessivas, promovendo a descoberta e a construção do conhecimento.
Referência
PARONETO, Glaura Morais; VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira. Visão do mundo, paradigmas educacionais e concepções de educação. In: _____. Educação e sociedade. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. cap. 2, p. 37 - 78
Origem do universo
Para respondermos a essa questão, encontraremos várias hipóteses do que poderia vir a ser a explicação certa da origem do universo. Entre essas explicações e/ou "mitos', estão à visão religiosa e a visão científica da origem do universo.
Sobre a visão científica, a mais provável seria que toda a matéria que forma o universo estivesse comprimida, ocorreu então, uma grande explosão que foi denominada como Big Bang. Esta matéria então concentrou-se em grupos, dando origem aos corpos celestes, denominadas galáxias, uma delas e a mais conhecida é a Via - Láctea.
[...] podemos dizer ter sido assim que a Terra se formou. Inicialmente muito quente, a Terra se resfriou a tal ponto que sua superfície se solidificou. [...] (Laurence, J, 2005)
Em contra posição, a visão religiosa segundo o livro Biblíco de Gênese, diz que Deus através da fala divina culminou a criação do mundo em seis dias e também criou o primeiro casal.
[...] Nesse mito bíblico da criação, existe apenas uma divindade, que produz todas as coisas. Nada surge por si próprio: parecem não existir forças ativas da matéria. É necessária a decisão e o poder de um deus para que tudo possa surgir. [...] (MARTINS, Roberto de Andrade, 1994, p. 6)
Essa intensa busca pelo entendimento da origem do universo não termina nessas duas definições, afinal cada dia é mais um dia de estudo para os pesquisadores na forma de buscar compreender o que se passou na Terra a milhares de anos.
Referência
Laurence, J. Biologia: ensino médio. São Paulo: Nova Geração, 2005
MARTINS, Roberto de Andrade. O universo: teorias sobre sua origem e evolução. São Paulo: Editora Moderna, 1994
1º ano do Curso - 1º ano de Blog
Olá, aqui estarei re-publicando artigos realizados no ano passado (2011), que foi o ano de criação do primeiro blog.
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